No Tocantins, os produtores de soja começam a sentir os reflexos do aumento do frete. A justificativa das transportadoras para a elevação do preço é a condição das estradas.
Em uma fazenda em Porto Nacional, a 60 quilômetros de Palmas, 60% da produção já está comercializada. O agricultor João Trombino plantou uma área total de 1,4 mil hectares, maior do que no ano passado.
Em todo o Tocantins, o aumento de área plantada do grão foi de 7% em relação à safra passada. A saca é negociada por R$ 56, R$ 5 a mais que na última safra, mas alguns produtores estão insatisfeitos. Eles já sentem no bolso o aumento do custo do frete, que subiu cerca de 10%. “A alta no óleo diesel no período que antecedeu a safra vai ser repassado agora no frete”, explica Maurício Buffon, presidente da Associação dos Produtores de Soja/TO (Aprosoja).
O custo poderia ser bem menor se o Tocantins tivesse a infraestrutura adequada para transportar os grãos.
Segundo Buffon, quando a colheita se intensificar vão começar as filas de caminhões e atrasos no transporte. Ele diz que as estradas ruins atrapalham a vida do produtor e é por elas que grande parte do escoamento acontece. “O escoamento pelas ferrovias está ainda muito tímido, tudo está em cima do transporte rodoviário, onde os problemas acontecem com maior intensidade”, diz.
A Agência de Máquinas e Transportes do Tocantins informa que intensificou o trabalho de recuperação das rodovias estaduais.
Veja a reportagem na íntegra:
Fonte: Globo Rural (Rede Globo) via Portal de Notícias G1
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