O governo avalia a possibilidade de reduzir a frota de veículos autorizados a realizar o transporte de cargas no Brasil. Segundo publicação do jornal Folha de São Paulo, os caminhões atualmente registrados na ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) ganharão chip e adesivo para serem fiscalizados automaticamente em aproximadamente 200 pontos de vistoria espalhados no Brasil, que entrarão em fase de testes primeiramente no Rio Grande do Sul, dentro de dois meses. Porém, os primeiros caminhões devem ganhar o novo equipamento em junho.
Segundo a ANTT, a principal finalidade é tirar do sistema o caminhão que por algum motivo comete irregularidades. Outra justificativa seria que a eliminação de uma parcela de unidades em operação serviria para equilibrar a saúde operacional e financeira do segmento, que sofreu com inflação nos últimos anos por conta da facilidade para adquirir veículos pesados e da forte queda na atividade econômica. Nos últimos cinco anos, a frota aumentou 24%, mas não houve uma renovação efetiva.
Hoje, o País conta com uma frota composta por 3,2 milhões de caminhões, sendo que quase a metade está apta a fazer frete e o restante está liberado para operar apenas para a própria empresa, sem registro da ANTT. Ricardo Gallo, economista da consultoria KonSCIO, afirma que que o País tenha hoje um excedente de 300 mil caminhões.
Em contrapartida, caminhoneiros e empresas pressionam o governo para que a solução para a queda no preço dos fretes seja uma regulação mais efetiva, sugerindo, principalmente, a criação de uma tabela com valor mínimo de frete. Grupos de representantes do governo federal e do TRC debatem o tema desde o fim da paralisação ocorrida no fim de fevereiro e nos primeiros dias de março.
Fonte: Folha de S.Paulo Portal de Notícias Transporta Brasil
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