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Ponte de acesso à Dutra interditada na Marginal Tietê só será reaberta no fim de junho

Ponte sobre Rio Tietê está interditada desde 23 de janeiro. Obra deve custar R$ 10 milhões.

A gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB) prevê o dia 25 de junho deste ano como data de conclusão da obra de recuperação da ponte da marginal Tietê, que dá acesso à rodovia Presidente Dutra, interditada no dia 23 de janeiro deste ano pela própria prefeitura devido a problemas estruturais.

De acordo com a gestão Bruno Covas, a recuperação da ponte que liga a pista expressa da marginal à Dutra envolve uma série de serviços, como o reforço de dois pilares e recuperação de duas vigas da estrutura. A Siurb (Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras) informou que “o valor estimado para a obra emergencial de recuperação da ponte da Dutra é de R$ 10 milhões”.

Se, de fato, a obra for concluída no prazo estabelecido pela prefeitura, a ponte ficará pouco mais de cinco meses interditada, prazo superior aos quatro meses de interdição do viaduto da marginal Pinheiros, na altura do Jaguaré, que ficou fechado entre 15 de novembro do ano passado e 16 de março. Toda a recuperação desse viaduto deve custar R$ 26,5 milhões.

Em fevereiro, a GloboNews revelou que laudo elaborado pela própria prefeitura apontou uma série de problemas estruturais na ponte de acesso à Dutra, como infiltração, corrosão e comprometimento de estabilidade.

Na tarde desta quarta-feira (3), promotores da Habitação se reuniram com técnicos da prefeitura para discutirem conclusões de laudos estruturais já realizados em pontes e viadutos da capital paulista.

Judicialização
Desde novembro, quando parte da estrutura do viaduto da marginal Pinheiros cedeu, a prefeitura passou a ser alvo de uma série de questionamentos sobre o trabalho de manutenção das pontes e viadutos da capital paulista.

Atualmente, há duas Ações Civis Públicas (uma da Promotoria do Patrimônio Pública e uma da Promotoria da Habitação e Urbanismo) já em andamento e pelo menos quatro inquéritos civis instaurados, também no âmbito do Patrimônio Público, que apuram as condutas de agentes públicos de quatro gestões municipais diferentes: Gilberto Kassab (DEM), Fernando Haddad (PT), João Dória e Bruno Covas, ambos do PSDB.

 

Veja a reportagem na íntegra:

Fonte: Portal de Notícias G1
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